É preciso reconhecer quando se tem a culpa. E é preciso que se tenha humildade de carregá-la nos ombros, pelo tempo que for preciso. Eu tenho lá as minhas culpas, eu faço zilhões de coisas erradas. Mas estou tentando errar menos ou me tornar ciente desse processo do erro. Porque, como e onde ele acontece. É claro que é difícil por demais, porque na maioria das vezes eu não penso para fazer ou falar as coisas, eu faço, da maneira mais estúpida e impensada possível. Eis me aqui de novo num momento de virada. O futuro é uma mulher muito charmosa, mas os seus cabelos estão nos olhos e eu não sei para que direção ela está olhando.
2 comentários:
O final foi arrebatador.
Cada vez gosto mais de figuras de linguagens.
Here it comes, a better version of me....
Só pra citar Fiona, tudo a ver com esse seu final, como diz o coment acima, arrebatador. Mas por que será q somos mesmo tão impulsivas? E falamos e fazemos tudo de forma sempre tão congestionada?
ai, here it comes, a better version for us???
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