Estou resgatando velhos poemas - acreditem são velhos mesmo - porque achei guardado num armário o meu caderno de poesias. Nada muito brilhante, mas parte da minha constituição e por isso só, digno de ser exposto aqui. Mas que a crítica literária não me pegue, risos.
Brilhante
Morta estarei
Morta num instante
Menos se espera e
Sou morta num rompante
E será o agravante
Que a culpa é tua
Meu galante
Não negue
E nem se espante
A culpa é tua
Meu galante
Culpe-se bastante
Para que eu viva
Como antes
Junto de ti
Meu amante
Minha idéia brilhante!
Brilhante
Morta estarei
Morta num instante
Menos se espera e
Sou morta num rompante
E será o agravante
Que a culpa é tua
Meu galante
Não negue
E nem se espante
A culpa é tua
Meu galante
Culpe-se bastante
Para que eu viva
Como antes
Junto de ti
Meu amante
Minha idéia brilhante!
Um comentário:
Ana, que bom que vc apareceu lá no Nenhum Lugar. Assim pude descobrir o seu lugar. Depois virei com mais vagar para te conhecer melhor.
E se é prima da Lu, só pode ser gente pra lá de boa e pra lá de sabida. Adoro aquela moça!
Um beijo.
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